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HORÓSCOPO DA SEMANA
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COMO SURGIU O HORÓSCOPO INDIVIDUAL

Os gregos foram os primeiros a traçar horóscopos individuais tendo por base a posição dos planetas no momento do nascimento ou da concepção.

Esse sistema foi integralmente adotado por árabes e incluído nas coletâneas cabalísticas de judeus e cristãos.

Por esse caminho chegou à Idade Média, quando a quase ciência astrlógica cabalísticas, sob o nome de astronomia racianal, era colocada em pé de igualdade com a astronomia natural, que estudava os movimentos, os fenômenos e as leis dos corpos celestes.
Devido sobretudo à influência grega, o campo da astrologia alargou-se até abranger quase todas as ciências conhecidas.

Cores, metais, pedras, planetas, animais, remédios e tratamentos de toda espécie foram associados aos planetas e colocados sob sua tutela.

Idêntica associação de idéias abrangeu as constelações do zodíaco, que, em um estágio mais avançado da astrologia, foram colocadas em pé de igualdade com os planetas quanto à influência sobre os horóscopos individuais.
Está mais do que provado que, ao vir ao mundo, qualquer um de nós traz a sua marca astral, denominada signo, herdada dos nossos antepassados pela lei da hereditariedade.

Essa marca astral é definida naconcepção, mais do que no nascimento, razão pela qual o ser humano nascido prematuramente, de sete ou de oito meses, não corresponde às características do signo em que nasceu, mas sim às do signo em que normalmente nasceria e ao qual de fato pertence.
O homem é, em síntese, a imagem de um arquétipo, modelo e reflexo das forças cósmicas simbolizadas pelas divisões dos doze campos magnéticos da Terra.
Na realidade, o zodíaco, com seus signos, é a primeira chave da tão procurada quarta dimensão, onde se encontram, no plano infinito, o passado, o presente e o futuro. Já se sabe que a velocidade da luz é a próxima fuga do homem às limitações do espaço e do tempo.

As estrelas e os astros do cosmo nos atraem, há mitênios, para esse caminho. " Há mais coisas entre o céu e a Terra", dizia Shakespeare, " do que poderia cogitar a nossa vã filosofia".