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Os Ensinamentos da Mandala

 Assim como um arco-íris é criado somente quando gotículas de água, luz e a visão do observador se juntam também os sinais visuais de uma mandala são tais que nada existe, exceto o encontro entre vários campos e padrões de energia. A ordem do cosmos é descrita través da disposição balanceada de formas geométricas (predominantemente o círculo, o quadrado e o triângulo), cor e símbolos como deidades ou seres espirituais. Dentro de círculo ou quadrado externo, elementos concêntricos do desenho irradiam de e para o espaço sagrado no centro, simbolizando a presença divina. No Hinduísmo, este espaço é o shunya (“vazio absoluto”) e o  bindu (“semente cósmica”), a criatividade e o preenchimento espiritual que emergem do nada, o espaço do qual nascem todas as coisas e para onde todas as coisas retornam. Embora os símbolos da mandala sejam específicos da cultura, seu propósito é levar a mente a um local de tranqüilidade e nulidade, removendo as ilusões de permanência no mundo cotidiano a fim de experimentar a transcendência. A mandala tradicional hindu é um quadrado dividido em quadrados menores. Além de uma imagem para contemplação, é um modelo para o piso térreo dos templos hindus: o quadrado central é o Lugar de Brahma e contém a câmara uterina, a área sagrada do tempo onde o altar está localizado. Os budistas tibetanos criam mandalas em panos enrolados chamados de thang-ka. Estes panos são pinturas retangulares que mostram os ensinamentos de Buda, a roda da vida, a árvore cósmica, os santos e guias espirituais em imagens ricamente coloridas. As mandalas circulares chamadas Kyil-khor são usadas para meditação. Cada símbolo é considerado na sua vez, movendo-se da extremidade para dentro. Os Budas de meditação, as criaturas protetoras e destrutivas, nuvens, montanhas, flamas e raios com trovões são ícones comuns nas mandalas tibetanas, simbolizando os obstáculos a ser enfrentados antes de se chegar ao centro.