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Métodos de Psicografia e Processo de Cura de Chico Xavier

Métodos de Psicografia e Processo de Cura de Chico Xavier

A atividade principal de Chico Xavier era a psicografia de mensagens, que se transformavam em livros: instrumentos efetivos de divulgação da doutrina espírita. Esse trabalho era sistemático e metódico. Desde 1927, Chico produzia cinco horas diárias de escrita mediúnica. Chico contava como produzia suas mensagens: “Faço tudo mecanicamente... um torpor pesado, prolongado, me invade. O torpor é profundo, ma é preciso que haja silencio absoluto. Um chamado brusco, por exemplo, me perturba, me sobressalta, causa-me até um mal psíquico.” Seu cotidiano de trabalho começa geralmente às sete e meia da manhã, quando levantava e cuidava da casa, descansava um pouco depois do almoço e, a partir das três horas da tarde, começava a psicografar. Mas a maratona se intensificava às sextas-feiras e só terminava nos domingos: um multidão se concentrava logo cedo na porta do Centro Espírita da Prece, em Uberaba, um policial organizava uma fila e distribuía senhas e deixava entrar quarenta pessoas; depois, só após as seis horas da tarde. Chico ficava trancado em uma pequena sala, recebendo mensagens para os consolentes, na sala maior todos faziam preces. Durante esse trabalho, Chico Xavier sempre ouvia música, fazia alguns intervalos para repousar um pouco e produzia até a madrugada. Chico Xavier, durante um período de tempo, além de psicografia, foi capaz de realizar fenômenos de efeitos físicos; apesar de menos divulgados, esse fatos mostravam o formidável poder magnético e de fé do médium. Existem alguns exemplos desses fenômenos, como o que aconteceu com Augusto César Vannucci, diretor de TV. Em 1961, com problemas pessoais, foi procurar Chico Xavier e, sem qualquer explicação, Chico lhe entregou uma xícara de café preto. Imediatamente o café se transformou num líquido branco e quando ele foi tomá-lo tinha gosto de licor e, segundo Vannucci: “quatro minutos depois, eu era outro homem”. Em outra ocasião, Chico Xavier atendeu um chamado de uma senhora que, doente, não tinha esperança de sobreviver. Chico orou ao lado de sua cama e pétalas de rosa começaram a cair do teto. A mulher morreu, na madrugada seguinte, sem sofrimento. Esse tipo de trabalho mediúnico era muito desgastante, tanto que Chico chegava a perder de três a quatro quilos em cada sessão. Por isso, Emmanuel, seu guia espiritual, proibiu o médium de continuar. Mesmo assim, notícias eram divulgadas, que o médium desmentia, como a cura de cego e paralíticos. Ele assinalava a importância da fé em processos como esses: “Os espíritos nos ensinam a valorizar cada vez mais a influência da oração em nossos processos de cura, mormente quando estejamos sob impactos emocionais muito fortes que podem determinar a eclosão de muitas moléstias obscuras.”


Texto extraído do livro “Chico Xavier Caridade e Doação ao Próximo Além da Vida.”

 

Métodos de Psicografia e Processo de Cura de Chico Xavier

 

   A atividade principal de Chico Xavier era a psicografia de mensagens, que se transformavam em livros: instrumentos efetivos de divulgação da doutrina espírita. Esse trabalho era sistemático e metódico. Desde 1927, Chico produzia cinco horas diárias de escrita mediúnica.

   Chico contava como produzia suas mensagens: “Faço tudo mecanicamente... um torpor pesado, prolongado, me invade. O torpor é profundo, ma é preciso que haja silencio absoluto. Um chamado brusco, por exemplo, me perturba, me sobressalta, causa-me até um mal psíquico.”

   Seu cotidiano de trabalho começa geralmente às sete e meia da manhã, quando levantava e cuidava da casa, descansava um pouco depois do almoço e, a partir das três horas da tarde, começava a psicografar.

   Mas a maratona se intensificava às sextas-feiras e só terminava nos domingos: um multidão se concentrava logo cedo na porta do Centro Espírita da Prece, em Uberaba, um policial organizava uma fila e distribuía senhas e deixava entrar quarenta pessoas; depois, só após as seis horas da tarde. Chico ficava trancado em uma pequena sala, recebendo mensagens para os consolentes, na sala maior todos faziam preces. Durante esse trabalho, Chico Xavier sempre ouvia música, fazia alguns intervalos para repousar um pouco e produzia até a madrugada.

   Chico Xavier, durante um período de tempo, além de psicografia, foi capaz de realizar fenômenos de efeitos físicos; apesar de menos divulgados, esse fatos mostravam o formidável poder magnético e de fé do médium.

   Existem alguns exemplos desses fenômenos, como o que aconteceu com Augusto César Vannucci, diretor de TV. Em 1961, com problemas pessoais, foi procurar Chico Xavier e, sem qualquer explicação, Chico lhe entregou uma xícara de café preto. Imediatamente o café se transformou num líquido branco e quando ele foi tomá-lo tinha gosto de licor e, segundo Vannucci: “quatro minutos depois, eu era outro homem”.

   Em outra ocasião, Chico Xavier atendeu um chamado de uma senhora que, doente, não tinha esperança de sobreviver. Chico orou ao lado de sua cama e pétalas de rosa começaram a cair do teto. A mulher morreu, na madrugada seguinte, sem sofrimento.

   Esse tipo de trabalho mediúnico era muito desgastante, tanto que Chico chegava a perder de três a quatro quilos em cada sessão. Por isso, Emmanuel, seu guia espiritual, proibiu o médium de continuar.

   Mesmo assim, notícias eram divulgadas, que o médium desmentia, como a cura de cego e paralíticos. Ele assinalava a importância da fé em processos como esses: “Os espíritos nos ensinam a valorizar cada vez mais a influência da oração em nossos processos de cura, mormente quando estejamos sob impactos emocionais muito fortes que podem determinar a eclosão de muitas moléstias obscuras.”

 

 

 Texto extraído do livro “Chico Xavier Caridade e Doação ao Próximo Além da Vida.”