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BÚZIOS
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A Pratica do Jogo de Búzios

 

  

Uma forma bastante comum do jogo de búzios é a que utiliza uma peneira como base.

Esta peneira estará coberta por um pano branco, em redor da peneira deverão ser colocadas as guias, que são colares de contas com as cores dos orixás, formando um círculo, em seu interior poderá conter outros objetos, que complementam a magia, moedas, pedras e outros amuletos que representam os orixás.

Orixá mais que um deus ou semi-deus, é a representação simbólica ou arquetípica de forças da natureza.

Possuem representação humana o que é natural para a maioria dos povos (veja o caso dos deuses gregos), seus erros e virtudes.

O equivalente na astrologia seriam os planetas revestidos de seus signos naturais.

Nesta peneira ou base equivalente, lançam-se 16 búzios, e ocasionalmente um extra chamado oxetuá (búzio de energia ou axé). Nos 16 búzios faz-se um furo nas “costas” de modo que ao ser lançado tenha igual chance de cair

Aberto (boca da concha para cima).

Fechado (furo para cima).

Como em qualquer oráculo pode-se fazer qualquer pergunta. O ingrediente que aciona a sincronicidade é a crença, fé ou que nome se queira dar.

A qualidade da resposta é muito mais uma função de quem joga do que do jogo propriamente dito.

Alguém disse que o erro não está na astrologia mas nos astrólogos. O mesmo se pode dizer do jogo de búzios.

As melhores respostas são aquelas em que razão e intuição andam lado a lado.

 Os melhores adivinhos podem chegar a tal estado de perfeição que dispensam qualquer meio sejam eles cartas, moedas, mapas astrais ou mesmo búzios.

 Naturalmente estes casos são muito raros.

O normal é seguir as observações comprovadas ao longo de centenas de anos por estes magos.

O processo aqui descrito se baseia em regras muito claras na prática diária do jogo.

A propósito não se deve confundir o nome jogo com algum tipo de brinquedo.

O jogo de búzios é sério e para funcionar corretamente é preciso que se o leve a sério.

Não há absolutamente necessidade que o olhador ou o consulente pertençam a qualquer culto africano.

É fundamental no entanto o respeito à força maior que orienta a “caída” dos búzios.

Não há mágica, mas mistério. Não há superstição, mas crença. E esta fé neste poder superior é a mesma que move a ciência, a filosofia e a religião.

  

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